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30/Mar/2026

Desemprego sobe a 5,8% no trimestre até fevereiro

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação no Brasil atingiu 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro, conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua. O resultado representa alta frente aos 5,4% observados no trimestre até janeiro, interrompendo a trajetória recente de melhora. Apesar da elevação na margem, a taxa permanece abaixo dos 6,8% registrados no mesmo período de 2025, sendo a menor para trimestres encerrados em fevereiro em toda a série histórica iniciada em 2012. Ainda assim, o nível atual é o mais elevado desde o trimestre encerrado em junho de 2025. A população desocupada totalizou 6,243 milhões de pessoas, com aumento de 599 mil em relação ao trimestre anterior. Já a população ocupada recuou em 874 mil no período, somando 102,145 milhões de pessoas.

Em base anual, houve crescimento de 1,462 milhão de ocupados. O nível de ocupação caiu de 59,0% para 58,4% na comparação trimestral. A população fora da força de trabalho somou 108,388 milhões de pessoas, com redução de 275 mil no trimestre e alta de 377 mil em relação ao ano anterior. A taxa de informalidade ficou em 37,5%, correspondente a 38,267 milhões de trabalhadores. Houve redução de 550 mil informais na comparação trimestral. O contingente de trabalhadores por conta própria alcançou 26,108 milhões, com aumento de 63 mil no período. O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado foi de 39,22 milhões, com acréscimo de 134 mil vagas no trimestre e 445 mil em relação ao ano anterior. Já os trabalhadores sem carteira somaram 13,29 milhões, com queda de 342 mil na margem.

A subocupação por insuficiência de horas trabalhadas atingiu 4,3%, equivalente a 4,39 milhões de pessoas, com recuo frente ao trimestre anterior. A população desalentada totalizou 2,719 milhões, com aumento de 114 mil no período. A taxa composta de subutilização da força de trabalho subiu para 14,1%, ante 13,5% no trimestre anterior, atingindo 16,051 milhões de pessoas. Em comparação anual, houve queda de 10,5% nesse contingente. A renda média real habitual foi estimada em R$ 3.679, com alta de 5,2% em relação ao mesmo período de 2025. A massa de renda real alcançou R$ 371,1 bilhões, avanço de 6,9% na mesma base de comparação e incremento de R$ 24,082 bilhões em um ano. O número de ocupados que contribuem para a previdência somou 68,196 milhões, representando 66,8% do total de trabalhadores. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.