26/Mar/2026
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) registrou aumento de 2,0 pontos em março ante fevereiro, na série com ajuste sazonal, alcançando 88,1 pontos, após dois meses consecutivos de queda, informou o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV). Em médias móveis trimestrais, o índice apresentou recuo de 0,3 ponto. O resultado reflete principalmente a melhora das expectativas para os próximos meses, distribuída entre as faixas de renda, exceto consumidores com renda acima de R$ 9.600. O indicador que mede a percepção financeira futura das famílias contribuiu de forma mais significativa para o aumento agregado, sinalizando redução do pessimismo em relação às finanças pessoais. O Índice de Situação Atual (ISA) caiu 0,3 ponto, para 83,2 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) avançou 3,4 pontos, para 92,1 pontos.
Entre os componentes do IE, a situação econômica local futura subiu 1,8 ponto, para 105,5 pontos; a situação financeira futura das famílias avançou 6,5 pontos, para 89,4 pontos; e o indicador de compras de bens duráveis registrou aumento de 1,1 ponto, para 82,8 pontos. No ISA, a percepção sobre a situação econômica local atual recuou 1,4 ponto, para 94,7 pontos, e a avaliação da situação financeira atual das famílias avançou 0,8 ponto, para 72,1 pontos. Por faixa de renda, o ICC das famílias com rendimento de até R$ 2.100 subiu 5,4 pontos, para 85,3 pontos; entre R$ 2.100,01 e R$ 4.800 houve alta de 3,5 pontos, para 86,6 pontos; na faixa de R$ 4.800,01 a R$ 9.600 a confiança avançou 2,8 pontos, para 87,7 pontos; e entre os consumidores com renda superior a R$ 9.600 houve queda de 3,9 pontos, para 92,2 pontos. O levantamento foi realizado entre 1 e 20 de março de 2026. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.