18/Mar/2026
Diversos países mantiveram posição contrária à participação em operações militares dos Estados Unidos no Irã, incluindo ações no Estreito de Ormuz, gerando críticas do presidente americano. Os aliados europeus e do Pacífico não se comprometeram a enviar tropas ou navios, mantendo uma postura de não intervenção e destacando a necessidade de separar a segurança do estreito do contexto de conflito em curso. O Reino Unido manteve negociações com Estados Unidos, União Europeia e aliados do Golfo, sem definir envio de ajuda militar. A França descartou participação em operações de liberação do Estreito e convocou novo Conselho de Defesa e Segurança Nacional para avaliar a situação no Oriente Médio. A Espanha reforçou que não integrará missões internacionais na região.
O Canadá informou que não participou da operação militar e não pretende contribuir com forças próprias, destacando ausência de consulta prévia. A Austrália limitou sua participação à proteção dos Emirados Árabes Unidos com aeronaves, sem enviar navios ao estreito. A Irlanda também descartou envolvimento em missões da União Europeia para reabertura da rota estratégica de petróleo. O Irã avaliou que a postura cautelosa de aliados evidencia que a guerra contra o país é considerada injusta. O ministro das Relações Exteriores iraniano destacou repercussões globais crescentes e a necessidade de maior posicionamento da comunidade internacional. Nos Emirados Árabes Unidos, autoridades indicaram possibilidade de integrar esforços internacionais liderados pelos Estados Unidos para garantir segurança no estreito. Países como Catar, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Bahrein ofereceram suporte relevante em relação às operações contra o Irã. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.