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18/Mar/2026

Cúpula entre EUA-China foi adiada por 5 semanas

O governo dos Estados Unidos solicitou o adiamento, por cerca de um mês ou mais, da cúpula bilateral com a China, inicialmente prevista para ocorrer entre 31 de março e 2 de abril, em Pequim. A decisão está associada à necessidade de permanência do presidente norte-americano em Washington diante do cenário de conflito no Oriente Médio.

A postergação ocorre em meio à intensificação das tensões geopolíticas na região, com impactos diretos sobre o fluxo global de petróleo, especialmente no Estreito de Ormuz, corredor estratégico para o transporte da commodity. O governo dos Estados Unidos reforça críticas à ausência de apoio de países asiáticos relevantes, incluindo China, Japão e Coreia do Sul, nas iniciativas voltadas à liberação da rota marítima e à contenção do conflito envolvendo o Irã.

No contexto das tratativas internacionais, permanece indefinida a participação da China em ações coordenadas para garantir a segurança no Estreito de Ormuz. A sinalização de incerteza ocorre em paralelo à mobilização de diversos países, incluindo membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), para compor um esforço conjunto de reabertura e estabilização da rota.

A evolução do cenário tende a influenciar a dinâmica geopolítica global, com potenciais reflexos sobre cadeias de suprimento energético e relações comerciais entre as principais economias, além de impactar o calendário diplomático entre Estados Unidos e China. Nesta terça-feira (17/03), Donald Trump afirmou que trabalha para reagendar a reunião com presidente da China, Xi Jinping em cinco semanas. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.