17/Mar/2026
INFLAÇÃO
A projeção para o IPCA de 2026 subiu de 3,91% para 4,10%. A taxa está 0,40% abaixo do teto da meta, de 4,50%. Há um mês, era de 3,95%. A projeção para o IPCA de 2027 se mantém em 3,80%. Há um mês, era de 3,80%. As projeções para o IPCA de 2028 e 2029 se mantêm estáveis em 3,50%, pela 19ª e 28ª semanas consecutivas. No curto prazo, o IPCA deve acumular alta de 1,02% no trimestre de março a maio de 2026. A projeção para março se mantém em 0,32%, e para abril subiu de 0,39% para 0,41%. Para maio, aumentou de 0,27% para 0,29%. Um mês antes, eram de 0,34%, 0,40% e 0,26%, nesta ordem.
PIB
A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026 aumentou levemente, de 1,82% para 1,83%. Um mês antes, era de 1,80%. A estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2027 ficou estável em 1,80%, pela 11ª semana seguida. As previsões para o crescimento do PIB de 2028 e 2029 permanecem em 2,00%, pela 105ª e 52ª semana seguida, respectivamente.
JUROS
A projeção para a Selic no fim de 2026 subiu de 12,13% para 12,25%. A projeção para o fim de 2027 continua em 10,50%, pela 57ª semana seguida. A estimativa para a Selic no fim de 2028 permanece em 10,00%, pela 8ª semana consecutiva. Para 2029, a previsão continua em 9,50%, pela 20ª semana seguida.
Em janeiro, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu manter a Selic em 15% pela quinta vez seguida, mas indicou que pode começar o processo de corte dos juros na próxima reunião, em março.
DÓLAR
A projeção para a cotação do dólar no fim de 2026 oscilou de R$ 5,41 para R$ 5,40. A estimativa para a moeda norte-americana no fim de 2027 caiu de R$ 5,50 para R$ 5,47. Há um mês, ambas eram de R$ 5,50. Para o fim de 2028, a projeção se mantém em R$ 5,50. Para 2029, subiu de R$ 5,50 para R$ 5,51. Há um mês, eram de R$ 5,50 e R$ 5,51, respectivamente. A moeda americana fechou 2025 cotada em R$ 5,48, com perda acumulada de 11,18% frente ao Real. A apreciação da divisa brasileira foi motivada pelo enfraquecimento global do dólar e pela atratividade das operações de carry trade, na esteira do forte ciclo de aperto monetário conduzido pelo Banco Central, que levou a Selic a 15% ao ano.
Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.