10/Mar/2026
INFLAÇÃO
A projeção para o IPCA de 2026 se mantém em 3,91%. A taxa está 0,91% acima do centro da meta, de 3,00%. Há um mês, era de 3,97%. A projeção para o IPCA de 2027 subiu levemente de 3,79% para 3,80%. Há um mês, era de 3,80%. O IPCA encerrou 2025 com alta acumulada de 4,26%, conforme divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A partir de 2025 a meta de inflação passou a ser contínua, com base no IPCA acumulado em 12 meses. O centro é de 3%, com tolerância de 1,5% para mais ou para menos. Se a inflação ficar fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o Banco Central perdeu o alvo. A projeção para o IPCA de 2028 se mantém em 3,50%, pela 18ª semana seguida. Para 2029, também segue em 3,50% pela 27ª semana seguida. O IPCA deve acumular alta de 1,20% no trimestre de fevereiro a abril de 2026. A projeção para fevereiro subiu de 0,47% para 0,49%, e para março permanece em 0,32%. Para abril, segue em 0,39%. Um mês antes, era de 0,50%, 0,34% e 0,40%, nesta ordem.
PIB
A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026 se mantém em 1,82%. Um mês antes, era de 1,80%. A estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2027 se mantém em 1,80%, pela 10ª semana seguida. As estimativas para o crescimento do PIB de 2028 e 2029 permanecem em 2,00%, pela 104ª e 51ª semana seguida, respectivamente.
JUROS
A projeção para a Selic no fim de 2026 subiu de 12,00% para 12,13%. A projeção para o fim de 2027 continua em 10,50%, pela 56ª semana seguida. A projeção para a Selic no fim de 2028 segue 10,00%, pela 7ª semana consecutiva. Para 2029, permanece em 9,50%, pela 19ª leitura consecutiva. Em janeiro, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu manter a Selic em 15% pela quinta vez seguida, mas indicou que pode começar o processo de corte dos juros na próxima reunião, em março.
DÓLAR
A projeção para a cotação do dólar no fim de 2026 oscilou de R$ 5,42 para R$ 5,41. Há um mês, era de R$ 5,50. A projeção para o fim de 2027 segue em R$ 5,50, pela quinta semana seguida. A moeda norte-americana fechou 2025 cotada em R$ 5,48, com perda acumulada de 11,18% frente ao Real. A apreciação da divisa brasileira foi motivada pelo enfraquecimento global do dólar e pela atratividade das operações de carry trade, na esteira do forte ciclo de aperto monetário conduzido pelo Banco Central, que levou a Selic a 15% ao ano. Para o fim de 2028 e de 2029, as projeções permanecem em R$ 5,50 pela quarta e pela primeira semana consecutiva, respectivamente. Há um mês, a estimativa para o fim de 2029 era de cotação em R$ 5,57.
Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.