06/Mar/2026
As exportações brasileiras para a China totalizaram US$ 7,220 bilhões em fevereiro de 2026, crescimento de 38,7% em relação ao mesmo mês de 2025, quando somaram US$ 5,206 bilhões. As importações provenientes do país asiático alcançaram US$ 5,494 bilhões, queda de 31,3% frente aos US$ 7,978 bilhões registrados em fevereiro do ano anterior. Com esse resultado, a balança comercial entre os dois países apresentou superávit de US$ 1,73 bilhão para o Brasil no período.
No fluxo de importações, o principal item adquirido pelo Brasil no mês foi uma plataforma de petróleo, equipamento avaliado em aproximadamente US$ 2,5 bilhões. A operação influenciou a dinâmica das compras externas provenientes da Ásia, uma vez que o equipamento foi importado da Coreia do Sul, contribuindo para a manutenção do nível das importações regionais mesmo com a redução nas compras provenientes da China.
Nas relações comerciais com a União Europeia, as exportações brasileiras somaram US$ 4,232 bilhões em fevereiro de 2026, alta de 34,7% em relação aos US$ 3,141 bilhões registrados no mesmo mês de 2025. As importações provenientes do bloco totalizaram US$ 3,301 bilhões, recuo de 10,8% frente aos US$ 3,700 bilhões observados no período equivalente do ano anterior. O saldo comercial com o bloco europeu foi superavitário em US$ 931 milhões. No comércio bilateral com a Argentina, as exportações brasileiras alcançaram US$ 1,057 bilhão em fevereiro de 2026, retração de 26,5% em comparação aos US$ 1,438 bilhão registrados no mesmo mês de 2025.
As importações provenientes do país somaram US$ 850 milhões, queda de 19,2% frente aos US$ 1,052 bilhão observados no ano anterior. O resultado foi superávit de US$ 207 milhões na balança comercial com o parceiro sul-americano. China, Estados Unidos, União Europeia e Argentina figuram entre os principais parceiros comerciais do Brasil no comércio internacional. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.