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05/Mar/2026

Brasil deixa o grupo das dez maiores economias

O Brasil encerrou 2025 como a 11ª maior economia do mundo, deixando o grupo das dez maiores economias globais. Em 2024, o País ocupava a 10ª posição. A classificação considera ranking elaborado pela Austin Rating com base em dados de crescimento de 50 economias e em valores correntes convertidos para dólar. No quarto trimestre de 2025 ante o terceiro trimestre, o Produto Interno Bruto brasileiro apresentou o 39º melhor desempenho entre os 50 países analisados. Conforme projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI), o Brasil deverá manter a 11ª posição também em 2026.

A metodologia utilizada considera a taxa de câmbio média do período, fator que influencia a comparação internacional. Embora o real tenha registrado valorização na leitura ponta a ponta ao longo de 2025, na média anual houve depreciação. Em contrapartida, a moeda russa apresentou valorização relevante na média do ano, movimento que contribuiu para elevar a Rússia no ranking, superando Canadá e Brasil.

O PIB brasileiro avançou 2,3% em 2025, desempenho considerado positivo diante do cenário de desaceleração já esperada. A perda de ritmo foi inferior às projeções iniciais e ocorre após três anos de expansão mais robusta da atividade. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam desaceleração nos setores industrial e de serviços ao longo do período. O agronegócio teve papel relevante na sustentação do crescimento em 2025, impulsionado por supersafra, movimento que não deverá se repetir em 2026.

Para este ano, a expectativa é de expansão de 1,7%, com composição mais equilibrada entre os setores, à medida que indústria e serviços tendem a recuperar dinamismo no início do exercício.Em valores correntes, o PIB brasileiro totalizou US$ 2,268 trilhões, equivalentes a cerca de R$ 12 trilhões. Em 2025, considerando o PIB em dólares, os Estados Unidos concentraram 26,1% do produto mundial, seguidos por China com 16,6%, Alemanha com 4,3%, Japão com 3,6%, Índia com 3,5%, Reino Unido com 3,4%, França com 2,9%, Itália com 2,2%, Rússia com 2,2%, Canadá com 1,9% e Brasil com 1,9%. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.