03/Mar/2026
INFLAÇÃO
A projeção para o IPCA de 2026 permanece em 3,91%. A taxa está 0,91% acima do centro da meta, de 3%. Há um mês, era de 3,99%. A projeção para o IPCA de 2027 caiu de 3,80% para 3,79%, após 16 semanas de estabilidade. O IPCA fechou 2025 com alta acumulada de 4,26%. A partir de 2025, a meta de inflação passou a ser contínua, com base no IPCA acumulado em 12 meses. O centro é de 3%, com tolerância de 1,5% para mais ou para menos. Se a inflação ficar fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o Banco Central perdeu o alvo.
A previsão para o IPCA de 2028 permanece em 3,50% pela 17ª semana consecutiva. A projeção para 2029 se mantém em 3,50% pela 26ª leitura seguida. O IPCA deve acumular alta de 1,18% no trimestre de fevereiro a abril de 2026. A projeção para fevereiro passou de 0,45% para 0,47%. A de março oscilou de 0,33% para 0,32%. Para abril, se manteve em 0,39%. Um mês antes, as estimativas eram de 0,53%, 0,34% e 0,40%, nesta ordem.
PIB
A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026 permanece em 1,82%. Um mês antes, era de 1,80%. A estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2027 permanece em 1,80% pela nona semana consecutiva. As projeções para 2028 e 2029 continuam em 2%, pela 103ª e 50ª semanas consecutivas, respectivamente.
JUROS
A projeção para a taxa Selic no fim de 2026 caiu de 12,13% para 12,0%. A projeção para o fim de 2027 continua em 10,50% pela 55ª semana seguida. A previsão para a Selic no fim de 2028 permanece em 10% pela sexta semana seguida. Para 2029, a estimativa se mantém em 9,50% pela 18ª semana consecutiva. Em janeiro, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu manter a Selic em 15% pela quinta vez seguida, mas indicou que deve começar o processo de corte dos juros na próxima reunião, em março.
DÓLAR
A projeção para cotação do dólar no fim de 2026 caiu pela segunda semana seguida, de R$ 5,45 para R$ 5,42. Há um mês, era de R$ 5,50. A projeção para a moeda norte-americana no fim de 2027 se mantém em R$ 5,50 pela quarta semana consecutiva. A estimativa para o dólar no fim de 2028 permanece em R$ 5,50. Um mês atrás, era de R$ 5,52. Para o fim de 2029, oscilou de R$ 5,52 para R$ 5,50. Quatro semanas antes, era de R$ 5,57. O dólar fechou 2025 cotado em R$ 5,48, com perda acumulada de 11,18% frente ao Real. A apreciação da divisa brasileira foi motivada pelo enfraquecimento global do dólar e pela atratividade das operações de carry trade, na esteira do forte ciclo de aperto monetário conduzido pelo Banco Central, que levou a Selic a 15% ao ano.
Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.