20/Jan/2026
INFLAÇÃO
A projeção para o IPCA de 2026 caiu de 4,05% para 4,02%. A taxa está 0,48% abaixo do teto da meta contínua de inflação, de 4,50%. Há um mês, era de 4,06%. A projeção para o IPCA de 2027 permanece em 3,80%, pela 11ª semana seguida. O IPCA encerrou 2025 com alta acumulada de 4,26%. A partir de 2025, a meta de inflação passou a ser contínua, com base no IPCA acumulado em 12 meses. O centro é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos.
Se a inflação ficar fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o Banco Central perdeu o alvo. As projeções para o IPCA de 2028 e 2029 permanecem em 3,50%, pela 11ª e pela 20ª semana consecutiva, respectivamente. O IPCA deve acumular alta de 1,23% no trimestre de janeiro a março de 2026. A projeção para janeiro permanece em 0,35%, e para fevereiro segue em 0,53%. Para março, continua em 0,35%. Um mês antes, eram de 0,37%, 0,54% e 0,35%, nesta ordem.
PIB
A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026 permanece em 1,80%, pela 6ª semana seguida. A estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2027 também segue em 1,80%. Um mês antes, era de 1,81%. As previsões para o crescimento do PIB de 2028 e 2029 permanecem em 2,00%, pela 97ª e pela 44ª semana seguida, respectivamente.
JUROS
A projeção para a Selic no fim de 2026 permanece em 12,25%, pela quarta semana seguida. A projeção para o fim de 2027 continua em 10,50% pela 49ª semana seguida. A previsão para a Selic no fim de 2028 subiu de 9,88% para 10,00%. Há um mês, estava em 9,75%. Para o fim de 2029, a projeção permanece em 9,50%, pela 12ª semana consecutiva.
DÓLAR
A projeção para a cotação do dólar no fim de 2026 permanece em R$ 5,50 pela 14ª semana consecutiva. A projeção para o fim de 2027 também continua em R$ 5,50 pela 12ª leitura seguida. Para o fim de 2028, se mantém em R$ 5,52. Um mês antes, era de R$ 5,51. Para 2029, segue em R$ 5,57. Quatro semanas atrás, era de R$ 5,56. A moeda norte-americana fechou 2025 cotada em R$ 5,48, com perda acumulada de 11,18% frente ao Real. A apreciação da divisa brasileira foi motivada pelo enfraquecimento global do dólar e pela atratividade das operações de carry trade, na esteira do forte ciclo de aperto monetário conduzido pelo Banco Central, que levou a Selic a 15% ao ano.
Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.