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27/Nov/2025

Governo e setor produtivo debatem tarifas dos EUA

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, ao lado do ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e vice-presidente, Geraldo Alckmin, participou na terça-feira (25/11) de reuniões com representantes dos setores de castanhas, café e carnes, em Brasília (DF). As agendas tiveram como foco a avaliação de tarifas aplicadas a produtos brasileiros e o alinhamento sobre avanços recentes na expansão de mercados. “São três setores importantes. Em dois deles, nós conseguimos resolver o problema das tarifas norte-americanas: as carnes e as castanhas. No café, parte significativa foi resolvida. Além disso, tivemos uma ampla ampliação de mercados com a dedicação de todo o governo, a pedido do presidente Lula”, afirmou Fávaro.

O ministro destacou ainda que, no setor de nozes e castanhas, foram 20 novos mercados, dentro dos quase 500 abertos, e, nas carnes, 28 mercados, além de inúmeras ampliações de mercados. “As reuniões foram muito mais para agradecimento e para verificarmos se havia algo adicional a ser trabalhado, como linhas de crédito que foram liberadas”, completou. O primeiro diálogo foi com a Associação Brasileira de Nozes, Castanhas e Frutas Secas. O setor relatou resultados positivos após o encerramento das tarifas impostas pelos Estados Unidos e destacou a abertura de novos mercados, impulsionada pelo trabalho conjunto do governo federal, envolvendo além do Mapa, o Ministério das Relações Exteriores, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e o MDIC. A reunião seguinte tratou das demandas do setor cafeeiro, com foco no café solúvel, que ainda enfrenta barreiras tarifárias no mercado norte-americano.

Foram apresentados avanços recentes, e representantes destacaram que esse segmento específico necessita de ajustes para garantir maior isonomia. O último encontro ocorreu com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec). Além da resolução das tarifas, o setor celebrou a abertura de 28 novos mercados, consolidando a carne brasileira como uma das principais forças do agronegócio nacional no comércio internacional. As lideranças reforçaram a importância de manter o ritmo de negociações e ampliar a previsibilidade para os exportadores. Fonte: Ministério da Agricultura. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.