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05/Aug/2025

Grãos: monitoramento agrícola de regiões produtoras

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou o Boletim de Monitoramento Agrícola (BMA) relativo às principais regiões produtoras de grãos do País, considerando os cultivos de verão e inverno, Safra 2024/2025, durante o período de 01 a 31 de julho de 2025. O estudo aponta que, no mês de julho, os maiores volumes de precipitação foram registrados no extremo norte da Região Norte e no leste da Região Nordeste, o que beneficiou a soja em Roraima e os cultivos de 3ª safra na região agrícola formada pelos estados de Sergipe, Alagoas e Bahia (Sealba).

Na Região Sul, as chuvas apresentaram irregularidade e má distribuição, mas a umidade no solo se manteve adequada para o desenvolvimento da maior parte das lavouras de inverno. Nas demais regiões, o clima seco contribuiu para a maturação e colheita do algodão e do milho 2ª safra de 2025. No sudoeste de Mato Grosso do Sul e na região central de São Paulo, houve restrição hídrica ao trigo em fases reprodutivas. Os dados espectrais apontam condições favoráveis para o desenvolvimento do milho 2ª safra de 2025 e do trigo 2025 nas principais regiões produtoras.

Houve atraso na semeadura e no desenvolvimento inicial do milho, mas as chuvas observadas permitiram o fechamento do ciclo e expressaram bom potencial produtivo. O índice da safra atual superou o das anteriores em todas as regiões monitoradas. Na metade sul do Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, o índice da safra está em ascensão, próximo das safras anteriores. A colheita do milho 2ª safra de 2025 está adiantada em alguns Estados produtores e avança na medida em que atinge a umidade ideal.

O milho 3ª safra de 2025, cultivado no Sealba, está majoritariamente em estágios reprodutivos e apresenta boas condições de desenvolvimento. O trigo tem a semeadura quase concluída, restando apenas áreas de plantio tardio. Geadas foram registradas, mas as temperaturas mais baixas favoreceram o desenvolvimento das lavouras na Região Sul, onde a maior parte delas está em estágio vegetativo. Fonte: Conab. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.