06/Nov/2024
O Senado adiou a votação do projeto de lei do mercado de crédito de carbono para o dia 12 de novembro, após um acordo da relatora, Leila Barros (PDT-DF), com a oposição. O principal motivo para o adiamento foram os pedidos de senadores da oposição para que o texto não fosse votado pelo sistema semipresencial. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou que o adiamento não significa uma busca de protagonismo do Senado ou da Câmara. As duas Casas do Congresso protagonizaram, nos últimos meses, um embate, tanto regimental, quanto de mérito, sobre o texto da regulamentação do mercado de crédito de carbono. Pode-se fazer encaminhamento de acordo para que reservar a apreciação deste projeto, tanto texto-base, quanto destaques, no dia 12 de novembro, no sistema presencial, com o compromisso de todos de que não haverá obstrução, tempo necessário para os últimos ajustes e celebrar o acordo devido com o Câmara. Não se busca de protagonismo do Senado ou da Câmara. É uma responsabilidade do Congresso como um todo entregar o melhor texto possível. O projeto era o principal item da pauta do Senado nesta terça-feira (05/11). Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.