13/May/2024
Segundo a Federação das Indústrias do Estado (Fiergs), é impossível determinar com precisão o prazo de retomada das atividades de fábricas afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. As chuvas provocaram perdas permanentes de capital, danos significativos à infraestrutura e problemas logísticos que afetam diretamente a capacidade de recuperação econômica do Estado. Estavam paradas na semana passada fábricas no Rio Grande do Sul da Tramontina, General Motors (GM), John Deere e Gerdau, além da Braskem, no polo petroquímico de Triunfo.
Em geral, essas empresas pararam por medida de segurança ou decidiram dar férias coletivas em razão da dificuldade de deslocamento dos funcionários ao local de trabalho. A retomada das atividades dependerá não apenas das condições climáticas, mas também dos recursos e esforços dedicados à reconstrução e revitalização das áreas afetadas. Estudo preliminar da entidade que representa indústria do Estado aponta que os 336 municípios incluídos no decreto de calamidade correspondem a mais de 80% da atividade econômica do Estado. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.