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29/Feb/2024

Mundo avança lentamente contra a crise climática

A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, destacou nesta quarta-feira (28/02) a necessidade de criação de instrumentos adequados para financiar a transição climática, dada a falta de recursos destinados atualmente a este objetivo. Ao falar sobre inovação financeira para clima em evento promovido pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em paralelo à reunião ministerial do G20 em São Paulo, Georgieva avaliou que o mundo tem avançado devagar nas ações contra a crise climática. Hoje, os investimentos somados dos países permitem uma redução de apenas 11% nas emissões de carbono, quando o objetivo é cortá-las entre 25% e 50%.

Ações de mitigação do aquecimento global e transição climática devem ser tratadas pelos países como prioritárias, uma vez que choques das adversidades no clima prejudicam negócios e as economias. O problema é que os recursos necessários nessa frente são da ordem de US$ 2 trilhões por ano, ou US$ 3 trilhões, a depender da conta. Ainda não há este valor. Para chegar lá, o primeiro ponto a ser considerado é que os países ainda investem em iniciativas que geram problemas. Georgieva também associou a agenda climática à saúde fiscal dos países, uma vez que os investimentos públicos dependem da capacidade dos governos de arrecadar e da qualidade dos gastos. A mobilização de recursos é difícil, mas não impossível. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.